Não passo de uma boba apaixonada que vive em um mundo de sonhos. Pois a realidade, essa parece nunca chegar. Na realidade, vivo de expectativas. Eu espero que ele guarde nossa data e que a cada mês, cada semana, cada dia juntos, seja um motivo a mais para comemorar. Eu espero que ele me apresente para seus amigos como aquela que ele ama e não simplesmente como a sua namorada. Eu espero que ele deseje estar comigo o tempo todo e não simplesmente quando der. Eu espero que ele me ligue não só quando for preciso, mas se possível fosse, sempre. Eu espero que ele me surpreenda a cada dia mais. Eu espero que ele tenha tempo pra falar comigo. E mais que tudo, eu espero que ele não diga "eu também amo você" da boca pra fora, porque palavras, são só palavras, e no fim de tudo, elas não mudam nada. Parece não ser tão fácil assim. Mas eu só quero que ele sinta o mesmo que eu sinto por ele. Carinho é bom e eu gosto. Quem não? É simples, ou pelo menos deveria ser. (...) Mas enquanto tudo isso não acontece, vou vivendo de expectativas e desejando de todo o meu coração, que tudo isso passe de simples expectativas e se torne a minha mais linda realidade.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Expectativas vs Realidade
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Desabafo de uma adolescente de 14 anos que acabou de aprender sobre Nazismo na aula de História
Hoje me peguei pensando no nazismo. Existe algo mais absurdo do que isso? Do que todos esses skinheads, do que Adolf Hitler e suas ideias, do que o preconceito transformado em regra? O pior de tudo é saber que o nazismo não foi ficção. E mais grave ainda é saber que mesmo diante da História ensinada, existem pessoas que ainda defendem tudo isso. Tantas pessoas foram iludidas com propagandas perfeitas. Tantos jovens tiveram seus sonhos destruídos, tantas famílias perderam seus filhos, tantas mulheres perderam seus amados, tantas casas destruídas, tantos lares desfeitos... tantas vidas tiradas. Acabadas. Finalizadas. Sem ao menos um porquê. Isso tudo gerou uma guerra, transformou-se num conflito de proporções mundiais. Foram lutas e lutas, e diante disso tudo, não temos como dizer porquê e nem dizer quem foi o culpado. A culpa não foi da Alemanha. Quantos alemães morreram inocentemente? Quantos seguiram ordens sem compreender plenamente suas consequências? Quantos acreditaram que faziam a coisa certa? Quantos morreram? E os judeus? Milhões foram exterminados sem qualquer justificativa. Tratados como se fossem o pior dos animais. E nem um animal merece ser retirado do seu mundo, da sua família daquela forma. Seja qual for a sua cor, sua religião, sua nacionalidade, sua maneira de viver... Cada um tem suas particularidades, mas isso não nos diferencia quando o critério é ser-humano. No que realmente importa, somos todos iguais, todos dignos, todos merecedores de respeito.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Quem se importa?
don't waste your time
Eu sei que um dia vou crescer e tudo vai ficar diferente, porque por mais que a gente não perceba e as vezes se recuse a acreditar, o tempo voa e com ele mais que a minha imagem, o risco é deixar de lado minhas ideias, meus sonhos, minhas vontades, minha essência, esquecer quem eu sou, e você nem percebe. Já pensou nisso? O problema é que a vida passa diante de nossos olhos e a gente nem percebe, e depois tarde demais vai querer saber o que fez de bom sem ter tempo de recuperar. Enquanto dá tempo, faça sua vida valer a pena antes que seja tarde. Então, agora, a questão é: O que é a vida não-desperdicada? (...)
Fonte: don't waste your time
domingo, 22 de agosto de 2010
Tempo
Quanto tempo perdido…
True Feelings
Nos dias de hoje, quem se arrisca a sentir?Todo mundo tem medo de se entregar.Medo da verdade.Medo de sofrerMas qual é a vantagem de viver na mentira?No medo?Não arriscamos, e, assim, nunca sabemos o resultado.Simplesmente... não sabemos.Não sabemos o que perdemos ou ganhamos.Simplesmente desconhecemos.E ficamos de fora.De fora das experiências, dos sorrisos, das lágrimas... da vidaE assim estamos mais próximos da morte,nos escondendo atrás de sentimentos irreais.De um “eu te amo” vazioou, quem sabe, até de um “eu te odeio” sem verdade.Eu não tenho medo de sentir.Eu gosto da verdade.Posso não gostar de todas as consequências,mas eu prefiro vivê-lasa simplesmente existir.Eu prefiro sofrerdo que não sentir absolutamente nada,a ser um poço de solidão,à espera de algo que talvez nunca venhaà espera do inevitável, ou até mesmo do impossível.


